Em meio a um mundo de extremos
Me conformo
Não me irrito
De longe olho
Mas que atitude
É essa
Passividade infante
Hora de acordar
Minutos passam
O mundo se esvai
Nesta futilidade
Se vai tempo
Inda que veja
Os olhos fecham
Incapazes de mudança
O não fazer
Se encho a pança!
Não vê quem quer
quem vê não quer
um querer qualquer
Quer não
Dêmos as mãos
E deixamos se acabar
Um nem terá pra reclamar…