And here comes something new
Foi com um certo carinho, nem era pra estar aqui, mas já não merece ser conhecido apenas pelo autor e mais um. Porque autor e mais um não merecem. Tanto que o último verso não está bom mas não vou mais mexer nisso.
A musa dos
A musa dos meus devaneios ébrios
Aos olhos de um qualquer é só outra’lma
Mergulhada em uma existência calma
Sem encantos, tola, sem mistérios
A musa dos meus dias trôpegos
Aos olhos daquele poeta é como chama
Em noite febril a imaginação inflama
Quimera desses meus desassossegos
Infinitas horas perdido. Viajo,
Em linhas delineadas (suspiro), não ajo
Extasiado fausto espiríto, torpor!
Se ela o ama se o enxerga se o sente se sabe ela
Nem importa! Com tamanho amor pra’quela
Qual poeta se abdicará de compor?